SOBRE MIM

Sobre

Massoterapia e Terapias Integrativas

Meu percurso começou antes da prática terapêutica. Começou com questões pessoais e com a necessidade de compreender melhor determinadas experiências, comportamentos e conflitos que faziam parte da própria vida. A busca por respostas me levou a estudar diferentes formas de compreender a experiência humana e, pouco a pouco, aquilo que inicialmente tinha uma finalidade pessoal passou a adquirir outra dimensão.

O estudo se tornou mais sistemático, vieram as formações e, com o tempo, a prática profissional. A aproximação com o corpo foi uma parte importante desse caminho, porque ele coloca diante de nós uma dimensão concreta da experiência que nem sempre pode ser separada da maneira como vivemos, sentimos, interpretamos e respondemos ao que nos acontece. A atuação terapêutica nasceu dentro desse percurso e continua sendo uma de suas expressões.

A prática, entretanto, ampliou as perguntas. Quanto mais contato eu tinha com diferentes histórias e experiências humanas, menos suficiente parecia observá-las por uma única perspectiva. Psicologia, psicanálise, filosofia, religião, cultura, história e sociedade passaram a fazer parte dos meus estudos porque cada uma dessas áreas permite enxergar aspectos que outras deixam em segundo plano. Meu interesse nunca esteve em acumular campos ou títulos, mas em compreender melhor aquilo que se apresenta quando o ser humano é observado em sua complexidade.

Esse mesmo movimento acabou se estendendo à escrita. Produzir textos, artigos e reflexões tornou-se uma forma de organizar o que estudo, examinar ideias com mais rigor e compartilhar questões que considero relevantes. Corpo, comportamento, crenças, memória, linguagem, relações sociais, cultura e sentido aparecem com frequência porque interferem uns nos outros na experiência concreta, ainda que sejam separados para fins de estudo.

Hoje, minha atuação terapêutica e minha produção autoral fazem parte do mesmo percurso, embora cumpram funções diferentes. No atendimento, o foco está na pessoa e naquilo que ela apresenta em sua experiência particular, dentro dos limites de cada prática. Na escrita, o campo se amplia: investigo comportamentos, ideias, acontecimentos, transformações culturais e questões sociais procurando compreender como determinadas percepções se formam, quais contextos as sustentam e que consequências podem produzir.

Continuo estudando porque as respostas raramente encerram as perguntas. Muitas vezes, apenas permitem formulá-las com maior precisão. É nesse espaço entre experiência, investigação e prática que meu trabalho continua se desenvolvendo.

 

 

 

 

 

 

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